Um dos reflexos que aparece são termos que talvez você já tenha ouvido falar por aí:
O primeiro que a bastante citado em livros e redes sociais que é a síndrome da impostora: mulher que sempre desconfia do seu sucesso, competências e habilidades. Acredita que grande parte da sua conquista foi por pura sorte e que na verdade é uma grande impostora e será desmascarada a qualquer momento. Tem dificuldade e medo de aceitar novos desafios, procrastinar é uma das consequências disso tudo porque sempre acha que nunca está o suficiente e é uma sensação comum de aparecer em transições profissionais ou em novos desafios.
Também temos a síndrome da mulher boazinha que entende que se dizer não para algo ou alguém, colocará em descredito tudo que já conquistou até o momento e que parcerias serão desfeitas pela sua ingratidão. É a mulher que aceita qualquer oferta porque não reconhece o seu valor no mercado de trabalho e muitas vezes se sobrecarrega fazendo o seu serviço e dos demais por ser boazinha demais. Essa mulher está muito bem com todos, mas carrega uma grande mágoa dentro de si porque faz muitas coisas sem querer e acaba se sentindo mal consigo mesma depois por não conseguir se posicionar.
E por último, a síndrome da salvadora ou síndrome da mulher maravilha, que acredita que irá dar conta de tudo e que não precisa delegar suas funções para ninguém, quer ser a mãe, esposa, profissional, amiga perfeita, não podendo falhar em nada ou com ninguém. Se sobra e se compara o tempo todo, achando que nunca está bom e que sempre deve melhorar ou impressionar para sempre garantir o seu espaço no trabalho e na vida das pessoas. E claro, essa mulher vive sempre no limite de suas capacidades mentais e emocionais.
Ou seja, todos esses perfis testam os próprios limites e acham que exceder é o caminho para o reconhecimento!
Mulheres têm mais propensão à ansiedade e até mesmo a síndrome de burnout.