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Você sabe o preço do seu trabalho. Mas, qual é o valor dele?

Vivemos de uma forma que é natural (e até bonito) ser ocupado demais e sempre correr contra o tempo.

Trabalhamos cada vez mais (mesmo sendo a geração que possui o menor salário e patrimônio)… e usufruímos do que esse trabalho proporciona cada vez menos.

“Quanto menos você come, bebe e lê livros; quanto menos você vai ao teatro, ao baile, à discussão pública; quanto menos você pensa, ama, teoriza, canta, pinta, se exercita, quanto menos você poupa – quanto maior se torna seu tesouro que nem traças nem a poeira podem devorar… Menos você é, mais você tem; quanto menos você expressa sua própria vida, maior é sua vida alienada – maior o estoque do seu ser alienado.”

Karl Marx em Manuscritos Econômicos e Filosóficos (1844).

Nos acostumamos com a lógica do preço:

  • O preço da sua hora.
  • O preço da sua entrega.

Mas esquecemos de olhar para o valor:

  • O valor do seu tempo.
  • O valor das suas conexões.
  • O valor da sua saúde mental.

Carl Jung dizia que aquilo que não se torna consciente, se manifesta como destino.

Se não refletimos sobre o valor do nosso tempo, vamos viver apenas pagando preços, até nos tornarmos peças mecânicas em um sistema.

  • 62% das pessoas se sentem emocionalmente desligadas do trabalho. (Gallup, 2024)
  • 19% se dizem infelizes em suas funções. (Gallup, 2024)

O trabalho é essencial, mas quando o preço se sobrepõe ao valor, você corre o risco de inverter os papéis.

Sabe aquele dito popular: “trabalhe para viver e não viva para trabalhar”, sabe?!

Seu tempo não tem apenas preço. Tem valor. E ele não deveria ser negociável.

Se você se identifica com esse post, vamos refletir sobre o equilíbrio entre preço e valor no ambiente de trabalho.

Sua saúde mental agradece!

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